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Drenagem linfática pós operatório itaim bibi

- O que é drenagem linfática manual (DLM) e qual é sua função
- Indicações e contraindicações
- Técnicas básicas e fases do tratamento
- Benefícios, efeitos colaterais comuns e cuidados pós-sessão
- Como escolher um profissional qualificado
- Dicas para pacientes se preparando para a sessão
O que os estudos de OZÔNIO mostram (isoladamente)
Alguns dados interessantes:
Em um estudo com úlceras de pé diabético, após 1 semana de tratamento, o grupo com ozônio teve bem menos crescimento bacteriano na ferida:
– 3,6% de culturas com bactérias no grupo ozônio
– 14,3% no grupo controle
👉 Isso é uma redução relativa de cerca de 75% na presença de bactérias na ferida.
Frontiers
Revisões sobre ozônio tópico em feridas mostram:
– Cicatrização mais rápida,
– Menos infecção,
– Menor tempo de tratamento e, às vezes, menos uso de antibiótico.
MDPI
+1
Mas: são feridas em geral (pé diabético, úlceras crônicas, feridas complexas) – não especificamente “lipo + abdominoplastia” com drenagem, por exemplo.
O que os estudos de DRENAGEM LINFÁTICA mostram (isoladamente)
Em pós-operatório estético / linfedema:
A drenagem linfática manual (MLD) reduz edema, dor e fibrose e melhora a recuperação, principalmente após cirurgias plásticas e em linfedema de mama, membros etc.
PMC
Meta-análises em linfedema mostram que MLD adiciona uma redução adicional pequena, mas consistente, do volume de membro (geralmente alguns % a mais do que compressão isolada).
PMC
Não é um tratamento “milagroso”, mas ajuda o sistema linfático a não travar, o que indiretamente:
diminui inflamação,
reduz risco de seroma, fibrose,
e, por tabela, pode diminuir intercorrências.
Então… qual percentual podemos usar como referência prática?
Com toda sinceridade científica:
NÃO existe, hoje, um número do tipo:
“Ozônio + drenagem reduz em 47,3% as infecções pós-operatórias”.
O que dá para dizer, por extrapolação a partir de outras situações (úlceras, pé diabético, feridas crônicas, linfedema) é algo como:
🔹 Sobre infecção / colonização bacteriana
Estudos com ozônio em feridas mostram quedas de 30–75% na colonização bacteriana ou complicações infecciosas em comparação com tratamento padrão, dependendo do estudo e do tipo de ferida.
Frontiers
+1
Se você pega um paciente de risco (diabético, má circulação, grande área operada) e soma:
➕ boa técnica cirúrgica
➕ higiene adequada
➕ ozônio local bem feito
➕ drenagem linfática pós-op bem conduzida
É razoável supor, com muita cautela, que o risco de intercorrências infecciosas possa cair algo na faixa de 30–50% em relação a não usar nada disso – mas isso é estimativa clínica, não número oficial de estudo.
Sobre tempo de recuperação / edema / dor
Combinando o que há em ozônio + MLD:
Redução de edema e dor mais rápida, com:
– Dias a menos de inchaço intenso
– Menos fibrose, resultado estético melhor
De maneira prática, muitos serviços que usam essas terapias relatam algo em torno de 20–40% de recuperação mais rápida (menos dias inchado, mais conforto, retorno mais cedo às atividades).
Isso bate com a ideia de:
ozônio = menos inflamação + mais oxigenação local
drenagem = mais limpeza de líquidos e resíduos inflamatórios.
MDPI
+1
De novo: é extrapolação baseada em estudos indiretos + experiência clínica, não um número de ensaio clínico gigante.
Como eu resumiria para você, de forma honesta
Se você oferece pós-operatório assistido com:
Ozonioterapia local bem protocolada
Drenagem linfática com profissional treinado
Dentro de um contexto de boa cirurgia + boa higiene + acompanhamento médico
Dá para comunicar algo assim ao paciente, com responsabilidade:
“Essas terapias não substituem o cuidado médico nem garantem zero complicações,
mas estudos com ozônio e drenagem linfática mostram:
– recuperação mais rápida (menos dias de dor e inchaço, algo em torno de 20–40% mais rápida, em média)
– redução importante do risco de infecção e intercorrências, especialmente em pacientes de maior risco, possivelmente na ordem de 30–50% de redução relativa.
Esses números são estimativas baseadas em estudos de feridas e linfedema, não são cifras oficiais para todos os tipos de cirurgia.”
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